segunda-feira, 5 de outubro de 2009

aqueles textos que vem do nada no meio de uma aula.

O Mar e a Lua
Falar, cantar, sorrir! A onde não se tem mais as tristezas.
Quando o tempo faz perder-se no estante de uns olhos.
Quando o gosto e alimenta doce da boca.
E as lágrimas vem, finas e salgadas marcando o rosto, marcando mais um dia feliz, enfim.
Enfim poder tocar e se libertar do véu que os separavam.
O mar está ao alcance da lua. A lua sorri e fica, enquanto o mar em seus mil movimentos, engrandece o brilho da lua.
Mas o dia vem. O sol onsiste em nascer. A lua preguiçosa tenta ficar. O mar continua, continua a desejar.
O brilho do sol vence a vontade da lua. E devagar vai passando. E mesmo longe o mar espera q a lua amada volte encantadora.
E, então, os ultimos raios de sol vão indo embora, o mar se agita, se excita.
A lua na noite escura acorda a beleza do mar, refletindo-se nas águas fundas, tocam-se luxuriosamente.
E o mar, depois das trocas se acalma e aprecia cada singelo brilho da amada lua.
E calmos se acalentam no mais profundo amor, esperando sem pressa pelo o sol. Despedindo-se sem vontade, a lua se vai.
E o mar espera pelo ciclo interminavel de dia e noite, de amor e saudade,
E enfim, falar, cantar, sorrir! [Juntos] a onde não se tem masi a tristeza.

Nenhum comentário:

Postar um comentário